𝗡𝗼 𝗽𝗹𝗮𝗻𝗲𝗷𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗽𝗮𝘁𝗿𝗶𝗺𝗼𝗻𝗶𝗮𝗹, 𝗼 “𝗱𝗲𝗽𝗲𝗻𝗱𝗲” 𝘃𝗶𝗿𝗼𝘂 “𝗳𝗮ç𝗮 𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮𝘀”.
Essa foi uma das frases que melhor resumiu nosso último webinar sobre holdings patrimoniais.
Durante muito tempo, algumas decisões de estruturação patrimonial eram tomadas com base em regras relativamente simples:
“Imóvel acima de determinado valor vai para holding.”
“Aluguel na pessoa jurídica é mais eficiente.”
“Antecipar a sucessão sempre reduz impostos.”
Hoje, essas respostas prontas perderam boa parte do sentido.
A reforma tributária adicionou novas variáveis à análise: tributação de dividendos, IBS, CBS, ITBI, ITCMD, novas bases de cálculo e diferentes tratamentos para cada tipo de ativo.
Além disso, uma estrutura patrimonial também envolve custos contábeis, societários, registrais e de manutenção.
Por isso, não existe mais um “break-even de cabeça”.
A análise precisa considerar o patrimônio como um todo e comparar diferentes cenários ao longo do tempo.
Planejamento patrimonial deixou de ser uma regra de bolso. Virou exercício de modelagem.




